Horário:
Terça a sábado,
das 19h às 2h da manhã.
Domingos e feriados,
das 17h às 20h.
Bar de apoio:
Mesmo horário que as exposições.
Transportes Carro: Parques de estacionamento
na Praça Luís de Camões
e Calçada do Combro Metro: Baixa-Chiado Autocarros: 58, 92, 202 e 790 Eléctricos: 28
Alexandra Pinto Rebelo nasceu em Lisboa em 1966. Desde
cedo, teve de optar entre vocações. Preferiu assim aprofundar
os seus estudos formais nas áreas das Letras e da Educação, obtendo
os graus de Licenciatura em Estudos Portugueses e Italianos e,
mais tarde, no Ramo de Formação Educacional pela Faculdade de
Letras de Lisboa. Frequentou igualmente o grau de Mestrado em
Teoria da Literatura na mesma faculdade.
A
pintura é desenvolvida através do ensino não formal. Desenvolve
há mais de vinte anos projectos ligados a áreas tão distintas
como rádio, crítica de arte, jornalismo, teatro, mobilidade, educação,
política e artes plásticas em vários países da Europa e do Norte
de África. É nestes países, sobretudo no Egipto e em Marrocos,
que, à semelhança dos pintores orientalistas, descobre a força
das cores e da luz o que lhe dá um novo impulso para uma prática
mais intensa da pintura.
Ana Isabel Dias Almeida nasceu na capital a 18 de Julho
de 1975. Em aperfeiçoamento contínuo é uma autodidacta por excelência.
A sua qualidade artística mais íntima - a força estética - nasce
de uma convivência intensa entre espontaneidades aparentemente
incontroladas. Trata-se de uma pintora portuguesa deveras promissora
da Arte Pop.
A arte admirável de Ana Almeida incita-nos, de facto, a viver
a vida, falando-nos sempre do corpo da mulher e da liberdade conquistada.
Está representada em várias colecções particulares em Portugal
e no Brasil.
António
Magina nasceu em N'zetu, Angola, em 1963. Vive em Lisboa
desde 1991. Desde cedo se interessou pelas artes plásticas,
começando por frequentar ateliers. Começa a trabalhar em madeira
e pedra no atelier Congo Pequeno em Luanda. Em 1977, inicia
o trabalho de talha no Museu de Arte Pinda, em Ambrizete. Trabalha
no atelier Sambizanga, montando depois o Atelier Kongola. Participa
ainda na I Exposição Colectiva da Huila e funda com mais três
artistas a Casa de Artesanato Kinkanka.
Nos
anos 90 vem para Portugal e faz um Curso de tecnologia de escultura
em Pedra, no Centro Internacional de Escultura de Pero Pinheiro.
Cursou ainda Empresariado Cultural e Monitores para escolas
no âmbito do Projecto Sócrates, um "Novo Olhar sobre África"
da AR.C.Lisboa. Participou em escavações arqueológicas na Câmara
Municipal de Lisboa com um grupo de arqueólogos do Museu da
Cidade, orientado pela Drª. Manuela Leitão.
Trabalha
agora no espaço cedido pelo escultor Rui Matos, na Terrugem.
Colabora com a associação cultural africana Regresso das Caravelas,
em ateliers com escolas portuguesas. Participa em eventos com
entidades e instituições oficiais portuguesas e africanas.
O
seu trabalho insere-se nas novas correntes comtemporâneas africanas
e tem uma pluralidade formal, que advem da sua convivência com
outros artistas, preparando-se para um regresso possível à ancestralidade.
O canto e a música são também outras formas de linguagem, que
acompanham António Magina.
Este
escultor está representado em diversas colecções particulares
em Angola, Portugal, na Alemanha e Estados Unidos. Realizou
numerosas exposições individuais e participou em exposições
colectivas.
Exposições individuais: - em 2003: Deputácion, em Badajoz;
- em 2002: nas Comemorações do Dia da Independência Nacional,
no Centro Cultural de Cascais, e nas Comemorações do Dia do
Herói Nacional, no Forum Romeu Correia, em Almada;
- em 2001: na Galeria Cila - Centro Internacional de Literatura
e Artes, em Lisboa.
Exposições
colectivas: - em 2003: na Fundação Aga Kham, alusiva ao Dia de África
e, ainda, na Galeria Galateia, em Lisboa. Por fim, nas Comemorações
do Dia dos Mártires e da Cultura Nacional, em Braga.
Formas universais
Surgidas no início do século XXI, as esculturas de António Magina
transmitem a ideia de que é possível realizar uma feliz e inusitada
concertação entre o estatismo dos Ntadi - as esculturas funerárias
em pedras dos Bakongos no século XVI - e os dinâmicos exercícios
de interpretação estética da obra escultórica de António Ole.
Tal como refere o historiador e crítico de arte Adriano Mixinge:
"longe da madeira e do bronze tão caros à tradição escultórica
africana, António Magina vai ao mármore não só para afastar-se
dos artesanatos mais afunilados e repetitivos, bem como dos
folclorismos reducionistas, mas sobretudo para começar a construir
(ou esculpir) novas orientações canónicas". E neste desafio
ainda imberbe, concluiu Adriano Mixinge: "a evocação e a travessia,
no sentido que é atribuído por J. G. Bidima, constituem duas
démarches no corpo e texto que são as peças do escultor como
se fossem frases que leremos através do encanto de pedra e,
nesse gozo, desfilam os signos de uma identidade íntima
e plural, singular e universal".
Em
Novembro de 1962 partiu para Moçambique com a Força Aérea Portuguesa,
tendo permanecido na Base Aérea 10 na cidade da Beira até fins
de 1965. Desmobilizado, partiu para Lourenço Marques, hoje Maputo,
tendo trabalhado nas áreas de publicidade, rádio e indústria
de produção de discos até finais de 1974, data em que regressou
a Portugal. É, pois, em África, que ele se formou como homem
e como artista... E é desta África, ao mesmo tempo grandiosa
e insondável, que ele retira e guarda as cores quentes e expressivas
com que mais tarde realiza as suas obras.
Contudo,
logo que um sonho termina um novo sonho se instala... E é assim
que, pouco depois, ele parte à descoberta de uma Europa de novas
cores e outros hábitos. Na Suiça, ele enche os seus olhos da
beleza do branco das suas neves, dos verdes das suas montanhas,
das cores dos seus bosques e das suas flores.
"Homem
tímido e simples, mas ao mesmo tempo culto e inteligente, ele
duvida da sua arte e sorri quando lhe chamam de artista... Autodidacta
puro, ele continua sempre, sem se desencorajar, à procura de
uma pintura diferente que possa ser o retrato da sua alma e
do mundo que o rodeia" - Ana Souto.
Exposições
Realizadas:
.
Pintores de Domingo, Coimbra - Setembro de 1992
. Galeria 27, Sion - Suiça - Outubro de 1993
. Homenagem a Isabel de Aragão, Coimbra - Maiode 1994
. Centre Medical Fórum, Sion - Suiça - Junho de 1995
. Casa Pimentel, Castanheira de Pêra - Setembro de 1995
. Centro Cultural de Figueiró dos Vinhos - Novembro de 1995
. I Bienal de Artes Plásticas da Marinha Grande - Junho de l996
. Colectiva do MAC-Movimento Artístico de Coimbra,Hotel D. Inês
- Junho de l996
. Salon...Salon d'Art...Salon Dartagnan, Château de Sainte-Croix,França
- Agosto de 2000
. Salon/Auditorio de Transelectro - Sion-Suiça - 2003 - 2004
. Musgo da Vida - Auditório da Livraria Bertrand - Coimbra -
Março de 2007
. Musgo da Vida...2º momento . Galeria Matos Ferreira - Lisboa
Setembro de 2007
Arlinda
Frota é médica especialista em Medicina Interna e
Doenças Tropicais há 35 anos, tendo exercido a sua profissão
em vários países e em diferentes continentes, acompanhando o
seu marido diplomata.
Em
toda a sua vida, teve especial relevância o interesse pelas
Artes, pela pintura em geral e o desenho em particular. A mistura
das diferentes cores sempre a fascinaram. Como costuma dizer:
«A Medicina como ciência humanística é permeável às Artes
e está muito ligada à criação artística».
Nos
fins de 2001, iniciou os primeiros contactos com a pintura em
porcelana e sua técnica - um outro suporte de emoções e afectos.
Vivendo na Coreia do Sul desde os finais de 2004, aí iniciou
cursos de pintura clássica coreana em papel de arroz de diferentes
texturas e espessuras e cores, com tinta da china e guaches,
aplicados com pincel em base de água e também o uso de pigmentos
naturais em pó de conchas marítimas aplicados em base de cola
de animais marinhos.
Hoje,
faz uma síntese dos conhecimentos que foi adquirindo por onde
viveu e é também inspirada pela sua cultura europeia
de base e pela longa tradição da Porcelana que Portugal introduziu
na Europa, prosseguindo com a descoberta de si própria por meio
da pintura em porcelana e em papel de arroz.
Na
sua primeira exposição, em Dez/2004, em Ansan, Coreia do Sul,
no âmbito das Nações Unidas - 7ª Exposição para a Paz no Mundo
-, foi agraciada por Kofi A. Annan, Secretário-Geral das Nações
Unidas, por dois trabalhos seus em porcelana.
Desde
então, expôs em cinco exposições individuais, duas em Seul e
três em Portugal, tendo por seu turno participado em 8 exposições
colectivas, cinco em Seul e três em território nacional.
Artur Adriano Raquel Neto nasceu a 15 de Abril de 1958
na localidade de Ligares, no concelho de Freixo-de-Espada-à-Cinta.
Aos quatro anos de idade, altura em que ficou orfão de pai transferiu-se
para Felgar junto a Torre de Moncorvo, localidade de residência
de seus avós maternos. Em Torre de Moncorvo, frequentou o liceu.
No ano de 1972 radicou-se definitivamente na cidade de Lisboa.
Observador atento, captou como ninguém as cores da Cidade. Tornou-se
assim um aguarelista exímio - perfeitamente fotográfico - dos
recantos mais pitorescos dos bairros alfacinhas.
Artur
Neto participou em inúmeras exposições individuais e colectivas,
das quais destacamos as do Padrão dos Descobrimentos, em Lisboa,
nos anos de 1989 e de 1990 e, ainda, em Macau em 1996. Os trabalhos
de Artur Neto espalham-se por diversas colecções particulares
e institucionais, quer em Portugal, quer estrangeiras.
Bela Fernandes, nasceu em Angola em 1980, onde desde muito
cedo começou a interessar-se pelo brilho e pela magia das cores
do mundo da pintura. Tirou Marketing na Escola Superior de Ciências
Empresariais do Instituto Politécnico, em Setúbal, mas logo descobriu
a sua verdadeira paixão: a Ilustração Científica - a arte
de comunicar a ciência através de imagens.
Ao
longo destes últimos dez anos fez exposições individuais e participou
ainda em várias mostras colectivas. Participou igualmente em diferentes
eventos, estando cada vez mais integrada em projectos de design
gráfico.
Neste momento, desenvolve e explora diferentes técnicas - aguarela,
tinta-da-china e óleo - na criação de novas ilustrações e pinturas,
onde pretende cada vez mais alargar os seus horizontes.
Cândida
Aurélia de Jesus Cunha Batista nasceu na cidade de
Évora em 4 de Agosto de 1927, mas desde muito jovem radicou-se
no concelho de Sintra. Estudou em Lisboa, cursando a Escola Técnica,
após o que estudou pintura na Escola Nacional de Belas Artes e
no Círculo Artístico de Mário Augusto. Aprendeu igualmente muito
com Leonor Luquero, em Madrid. Teve aulas de escultura com o Mestre
Martins Correia. Dedicou-se também à cerâmica, gravura a "ponta
seca" e ilustração. Faleceu a 22 de Setembro de 2002.
Cândida Cunha
expôs pela primeira vez num salão da Sociedade Nacional de Belas
Artes, em 1954, tendo realizado mais de meia centena de exposições
individuais e participado em mais de uma centena colectivas quer
em Portugal, quer além fronteiras.
A Cândida
Cunha foram-lhe conferidos muitos prémios e distinções. Eleita
Académica de Mérito da Academia Internacional de "Pontzen", com
sede em Itália. Recebeu o 1º Prémio - Galeão de Ouro - na 7ª Bienal
da Academia e no ano seguinte obteve o 2º Prémio - Galeão de Arte.
No concurso da Associação Internacional de La Gabbia, em Nápoles,
foi-lhe atribuída a Grade Medalha Nisida de Ouro - 1º Prémio do
Concurso. É Dama de Mérito da Ordem Militar do Santíssimo
Salvador e Santa Brígida da Suécia. Condecorada com a Ordem de
Cavalaria Pascoale Azzurro e, ainda, com a Medalha de Honra ao
Mérito do Instituto Brasileiro de Antropologia da Amazónia. Em
Portugal, foi distinguida com inúmeros prémios: menções honrosas,
medalhas de prata e de ouro e Primeiros Prémios, em diversos salões
colectivos.
Está representada
no Museu de Câmara Municipal de Sintra, Museu da Figueira da Foz,
Museu de Ovar, Museu Anjos Teixeira, Museu de Vila Franca de Xira,
Voz do Operário, Governo Civil de Évora, Museu do Centro Infantil
Helen Keller, Museu da Catedral de Cádiz, Santa Casa da Misericórdia
de Sintra, Junta de Freguesia de Agualva. Bairro Administrativo
de Queluz. Palácio do Governador de Gibraltar, Museu Brasileiro
de Antropologia da Amazónia, Museu do Instituto Geográfico e Histórico
do Amazonas-Brasil e noutros lugares públicos, bem como em Galerias
e Colecções em Portugal e no estrangeiro.
O nome de
Cândida Cunha é citada em Dicionários em Portugal, Inglaterra
e Itália e, ainda, em Antologias "Pontzen" e no "Horizzonti di
Gloria" com pintura e poesia.
Carlos
Pé-Leve nasceu em Lisboa. Cursou Artes Gráficas na
Escola de Artes Decorativas António Arroio, onde foi aluno dos
Mestres Jorge Esteves e Louro de Almeida. Tem o curso de serigrafia,
ministrada pelo serigrafo António Palmeira.
Pé-Leve é
sócio fundador da ARTES - Associação Cultural do Seixal e foi
até 1999 Presidente do seu Conselho Técnico; é sócio da ANAP -
Associação Nacional dos Artistas Plásticos e associado do Museu
de Serralves / Porto. É, ainda, sócio da Sociedade Portuguesa
de Autores. Carlos Pé-Leve foi Director Artístico da Galeria Trindade
/ Lisboa entre 1995 / 99 e coordena, actualmente, a Galeria d'Arte
da D.G.A.J. / Lisboa. É membro honorário da Fundación Abello em
Barcelona e Académico de Mérito en la Academia Internacional Plattonia
de las Letras y las Artes.
Carlos Pé-Leve
expôs pela primeira vez os seus trabalhos em 1988. A partir daí
tem exposto regularmente, tanto individual como colectivamente.
Tem também um vasto trabalho na área da pintura. A alguns anos
a esta parte tem-se dedicado, igualmente, à azulejaria e escultura
em terracota e bronze.
Participou
ainda em diversas amostras internacionais, das quais destacamos:
Bruxelas - Representação de Portugal na "Young European Artists";
Barcelona - Galeria de Arte Marabello - Artistas Internacionais
nos Jogos Olímpicos de Barcelona / 92; Brasil - Exposição Internacional
de Campinas; Roma - Colectiva de Natal 2002 - Galeria Studio D'Arte
Marcelo Bottaro; Barcelona - Casa Elizarde - "Colectiva de Artes
Plásticas. Pintores e escultores Portugueses", 2003.
As Líricas "As Líricas evocam sempre algo, elas dão sempre um grito
de alerta, são mulheres".
Cynthia
Guimarães Taveira nasceu em Londres (Inglaterra), a 6 de Setembro
de 1969.
Frequentou
a Escola Secundária António Arroio. Licenciou-se em Antropologia
pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas e tem a frequência
do Mestrado de Estudos Interdisciplinares de Estudos Portugueses
da Universidade Aberta.
Conta com
10 exposições efectuadas ao longo dos últimos três anos.
David Levy
Lima nasceu na ilha de Santo Antão, em Cabo Verde, em 1945.
Autodidacta. Desde 1972 participou em mais de meia centena de
exposições colectivas nacionais e internacionais.
Está representado
em diversos museus, colecções particulares e organismos oficiais,
tais como: Comando Geral da GNR; Ordem dos Advogados, Museu da
Marinha, Câmara Municipal de Arganil; Câmara Municipal de Santarém;
Instituto Nacional de Seguros, na Praia, Cabo Verde; ENAPOR -
Empresa Nacional dos Portos de Cabo Verde; Instituto Nacional
de Administração.
A sua pintura
ilustra diversas obras literárias, como o Livro "Vamos conhecer
Cabo Verde" de João Lopes Filho e, ainda, o trabalho discográfico
- "Estória Estória" - de Celina Pereira. O seu nome figura também
em diversas publicações de arte, jornais e revistas nacionais
e internacionais. Levy
Lima foi artista convidado pelo Ministério da Cultura da República
Popular da China, por ocasião da visita oficial do Ministro da
Cultura de Cabo Verde àquele país. Foi ainda agraciado com diversos
prémios e distinções, dos quais destacamos: Menção Honrosa "Paisagem
Portuguesa / Terras e Regiões de Turismo", na Galeria de Arte
do casino do Estoril; Prémio Jaime Figueiredo, pelo Ministério
da Educação e Cultura de Cabo Verde e a "Ordem do Vulcão" (Medalha
de 1ª. Classe) pela Presidência da República de Cabo Verde.
Maria Eugénia
da Costa Duarte de Almeida, natural de Lisboa,
é licenciada em Artes Plásticas - Escultura pela Escola Superior
de Belas Artes de Lisboa, dedicando-se desde 1975 ao ensino de
Educação Visual.
A sua experiência
artística é longa e remonta a 1988, ano em que começou a executar
peças em cristal na Fábrica Stephens, na Marinha Grande.
Dois anos depois era já monitora de modelação na formação artística
da Fábrica Intercer Cerâmicas, em Ansião.
Eugénia Duarte
de Almeida tem vindo a apresentar desde 1987 exposições individuais
de escultura, pintura e relevo em instituições e galerias de várias
localidades do País: Amadora, Cascais, Leiria, Lisboa e Marinha
Grande.
Ilustrou ainda
as capas de duas obras literárias: histórias curtas "Esgares e
Sorrisos" de Leonor Duarte de Almeida, em 2002; e livro de poemas
"Sol da Minha Vida" de Alcino Costa Batista de Sousa, em 2003.
Filipe
Caracol nasceu em Lisboa em 1961 e depois de ter cursado desenho
na Sociedade Nacional de Belas Artes (SNBA), iniciou a sua formação
em joalharia em 1978, tendo trabalhado em conceituadas oficinas
e ateliers da capital. Em 1987 monta o seu próprio atelier e lança-se
na criação própria produzindo um manancial de jóias que se impõem
com um toque de estilo pessoal, pela mais-valia de um trabalho
artístico que transmuta a jóia de mero adorno em obra de arte.
Em 1992 inicia
uma fase de escultura totalmente inédita (nus femininos em prata
assentes em base de mármore escuro), tendo recebido o prémio quadrante
nas suas edições de 1992, 1993 e 1998. As esculturas deste multifacetado
artista fizeram-no alcançar por mérito próprio, uma nova dimensão
no seu percurso artístico.
Filipe Caracol
tem prosseguido o seu trabalho votado à joalharia de design produzindo
alfinetes, anéis, brincos e gargantilhas, e também desenhando
e criando directamente para clientes que o contactam no seu atelier.
Este artista joalheiro colabora, igualmente, com estilistas e
produtores de moda.
Filipe Caracol
tem exposto regularmente desde 1988 em diversos pontos do País.
Realizou algumas dezenas de exposições colectivas e seis exposições
individuais. Filipe Caracol está referenciado em diversos anuários
e publicações de arte e está representado em várias colecções
particulares em Portugal e no estrangeiro.
Comentários
Referindo-se a Filipe Caracol, Fernando Grade escreveu em Abril
de 1997: "a diversidade, o acto de variar, é uma constante em
Filipe Caracol que demora a dar o objecto por acabado, porque,
na verdade, os seus mobiles são perfeccionistas e encantatórios".
Prosseguindo, Fernando Grade escreveu ainda: "a faceta perfectiva
orienta esta busca empenhada e não obstante a propensão quase
sanguínea pelos resumos, pelas miniaturas, nada aqui se repete
- o jogo volumétrico, mesmo montado e defendido em dimensionalidades
mínimas, mantém o mesmo ritmo expressional, digamos assim, como
se a espacialidade fosse outra, e decididamente mais notória".
Fernando Grade sublinhou ainda: "Caracol jamais duplica, procura
sempre, eficaz e resoluto, esteticista, portanto mostra-se conhecedor
de que os materiais com que trabalha exigem uma grande vigilância
oficinal, entre o considerado efémero e o orgânico". E prosseguindo,
disse: "o autor conhece bem o caminho que trilha; e as motivações
de Filipe Caracol são lúdicas e projectam-se no interior da mais
sedutora de todas as nebulosas - a Liberdade. E concluiu: "assim
mesmo com caixa alta, para que conste, e não morra nunca, e alimente
o coração casto ou perverso dos homens".
Gentil-Homem,
nascido no Alentejo nos anos 30, veio ainda criança para Lisboa.
Na capital, por vocação e como autodidacta tem dedicado toda a
sua vida ao desenho e à pintura em paralelo com outras actividades.
A natureza e as cores sempre apaixonaram Gentil Homem, sobretudo
as cores que aprofundou lendo os grandes mestres como, entre outros,
Kandinsky e Cezanne. Gentil-Homem teve ainda passagem pelos ateliers
de Mário Salvador e de Bual.
Este
artista realizou já dezenas de exposições individuais em Portugal.
Tem alguns prémios e menções honrosas. Viu igualmente serigrafias
editadas pela Galeria ARA e pela promotora de arte Olga Fernandes.
Encontra-se representado em Portugal, na Câmara Municipal de Mafra
e, em Marrocos, na de Azemmour, bem como nos Bancos Espírito Santo,
Crédito Predial Português e Internacional de Crédito, bem como
no Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas, no Instituto Politécnico
de Lisboa, no Museu de Mafra e em inúmeras colecções particulares.
Gioconda
Ferreira foi locutora da Emissora Nacional. Em 1975, emigrou
para o Canadá, onde a par do desempenho da sua profissão para
as estações de rádio de emigrantes, fez o curso de “Stained Glass”.
Ao
regressar a Portugal, introduziu no nosso país a técnica “Tiffany”
de trabalhar o vidro e começou a responder às encomendas que surgiram
de norte a sul do país e a fazer exposições dos objectos que ia
criando no seu estúdio-galeria na Figueira da Foz.
Assim,
Gioconda Ferreira expôs individualmente em inúmeras galerias da
Capital e em diversos espaços de outras localidades do País -
Abrunheira, Albarraque, Amadora, Cascais, Coimbra, Ericeira, Figueira
da Foz, Funchal, Luso, Mangualde, Marinha Grande, Sintra, Vouzela
-, bem como no estrangeiro: Galeria Marabelló, em Barcelona, e
na Biblioteca Pública de Gotemburgo, na Suécia.
Henrique
Gabriel nasceu em 1960 em Vila Cova de Alva, concelho de Arganil,
tendo frequentado em 1977 o Curso de Artes Plásticas da ARCA em
Coimbra.
A actividade
profissional em Artes Gráficas iniciou-a em 1978 e expôs pela
primeira vez em 1980 na Colectiva do MAC-Movimento de Artistas
de Coimbra.
Em 1981 frequenta
o Curso de Design Gráfico na ARCO em Lisboa, tendo optado então
pelo design gráfico, a que se dedicou nas duas décadas seguintes.
Ao percorrer
o Caminho de Santiago despertou-lhe antigas paixões: a pintura
e a cerâmica, a que passou a dedicar-se a tempo inteiro.
Participação
em exposições:
2001
Colectiva Galeria Art House - Cascais;
Individual "Caminho de Santiago",Casa da Xuventude da Galícia
em Lisboa;
Colectiva AGIRARTE, Oliveira do Hospital.
2002
Colectiva, Galeria LCR - Sintra;
Individual, Quinta da Marinha - Cascais;
Colectiva, Artistas de Arganil - Arganil.
2003
Individual, Galeria LCR - Sintra;
Colectiva Casa Santa Rita - Colares;
Individual, INDEG/ISCTE Business School - Lisboa.
2005
- Individuais:
Galeria Alcantara-Cafe - Lisboa;
Galeria Casa Municipal da Cultura de Seia - Seia;
Sala Barna/Batik Art - Barcelona;
Biblioteca-Museu República e Resistência - Lisboa;
Auditório Lourdes Norberto - Linda-a-Velha - "D.Quixote";
Museu
da Água - Reservatório Patriarcal - Lisboa.
2006
- Individuais:
"Rostos das Palavras de Abril" - Galeria LM - Sintra;
"Caminho de Santiago" - Galeria Tapas-Livros Fava Rica - Baiona
- Espanha;
Galeria do Centro Cultural de Campo Maior.
- Colectivas:
INDEG/ISCTE.
2007
- Colectivas:
Gallery Center - Amoreiras Shopping - Lisboa
Tirou o curso
de Arquitectura na ESBAL - Escola Superior de Belas Artes de Lisboa.
Ao longo dos
últimos 20 anos vem desenvolvendo a sua actividade profissional,
tendo participado em variados projectos quer a nível individual
quer em colaboração com outros arquitectos. De destacar a participação
em projectos na área hospitalar e mais recentemente na área da
reabilitação e recuperação de edifícios.
A par desta
actividade foi desenvolvendo outras, umas mais ligadas à arquitectura
e outras como hobbies - o design de móveis o maquetismo e o modelismo.
A pintura e o desenho foram sempre acompanhando as outras actividades
tornando-se mais constante nestes últimos anos, dando origem à
apresentação dos seus trabalhos em algumas exposições.
Exposição
de pintura - Lisboa 2004
Exposição
de pintura - Eborencia Galeria Évora 2005
Exposição de desenho - Melkia Spirit Lisboa 2005
Exposição de desenho - Gli Amici Lisboa 2006
Exposição de desenho - Deliart 2006
Exposição de desenho - Nova Tertúlia bar 2006
João
Renato nasceu em Cholet (França), em 1970. Possui o Curso
Complementar de Artes Graficas da Ecola de Artes Decorativas António
Arroio, em Lisboa. No ano lectivo de 1992 / 93 frequentou o Curso
de Desenho da AR.CO, em Lisboa; no período de 1998 / 2000 tirou
o Curso de Escultura no Centro Internacional de Escultura, em
Pêro Pinheiro; Finalista Lic. Professores do 2º. Ciclo de Educação
Visual e Tecnológica, no Instituto Superior de Ciências Educativas.
Exposições
individuais: No ano de 1999, realizou uma exposição individual na Galeria
Quadrante, em Odivelas.
Exposições
colectivas: O escultor João Renato participou nas seguintes exposições
colectivas: 1989 - Escola de Artes Decorativas Antínio Arroio,
em Lisboa; 1993 - Arteempresa I, Mostra Colectiva de Artes Plásticas,
na Estação Alto dos Moinos, Metropolitano de Lisboa; 1995 - III
Concurso do CCD Metropolitano de Lisboa - obteve o 1º prémio em
Pintura e Desenho; 1997 - V Concurso o CCD Metropolitano de Lisboa
- obteve o 2º prémio em Pintura; 1998 - II Bienal de Pintura,
Prémio Cardoso Lopes, Amadora; 1999 - Galeria Café Hollage, Alemanha;
- I Bienal de Artes Plásticas, Nazaré; - XI Bienal Festa do Avante,
Atalaia; 2000 - Galeria Quadrante, Odivelas; - Sala de Exposições
Osnabruck, na Alemanha; - Galeria Municipal de Fitares, Câmara
Municipal de Sintra; 2001 - Lapa Gallery; - Sala de Exposições
Osnabruck, na Alemanha; 2002 - Expo Salão, na Batalha.
José
Augusto Coelho nasceu em Vale de Frades, no concelho de Vimioso,
em 1947. José Augusto Coelho tem, portanto, 56 anos de idade.
Desenhador Projectista de arquitectura e engenharia e desenho
publicitário (Aposentado). Concluiu formação artística em 1973,
nomeadamente desenho e pintura na Escola de Artes Decorativas
António Arroio, em Lisboa, e frequentou também a Secção Preparatória
para as Belas Artes. Aposentado na área do desenho técnico dedica-se
actualmente a tempo inteiro à pintura e à música.
José Augusto
Coelho expôs, individualmente, na Casa da Cultura da Câmara Municipal
de Vimioso, na Casa de Trás-Os-Montes e Alto Douro, Mais recentemente
expôs no Centro Comercial de Fitares, na Junta de Freguesia de
Carnide e, agora, na "Galeria de Arte Matos Ferreira", no Bairro
Alto, em Lisboa.
José Augusto
Coelho participou ainda nas seguintes exposições colectivas: Hotel
Atlântico Golf (Banco Totta & Açores), em Maio de 2001; III Congresso
de Trás-Os-Montes e Alto Douro (Bragança), em Outubro de 2002;
Norcaça (Bragança), em Novembro de 2002; Presépios - Câmara Municipal
de Vimioso, em Dezembro de 2002. No ano findo, participou, ainda,
em exposições nos seguintes locais: "Galeria de Artes ARS", no
Centro Comercial Colombo, em Lisboa, Galeria do Centro Comercial
de Massamá, Casa da Cultura da Câmara Municipal de Vimioso e,
por fim, em Norcaça (Câmara Municipal de Bragança).
Lena Gal
é uma pintora açoriana, que nasceu em São Miguel, em 1957, e que
por lá permaneceu até aos vinte anos de idade.
Natureza
feminina
As exposições de Lena Gal, tal como referiu João Louro, constituem
sempre "uma viagem iniciática ao universo feminino; trata-se de
um percurso onde somos convidados a revisitar a cumplicidade existente
entre Mulher e a Natureza".
Manuela
Sousa nasceu em Lisboa, a 21 de Maio de 1962. Licenciada em
Economia e professora de Matemática do Ensino Secundário, dedicou-se
igualmente ao ensino desta disciplina no Cinel - Centro de Formação
Profissional da Indústria Electrónica, durante seis anos.
Após interrupção
das suas actividades docentes iniciou em 2002 um curso de astrologia
no Quíron - Centro Português de Astrologia, nutrindo numa primeira
fase a sua necessidade da união entre o cepticismo e o deslumbramento.
Actualmente frequenta o 3º ano, sendo a astrologia uma fonte de
inspiração para alguns dos seus trabalhos.
Iniciou em
2003 um curso de formação em Vitral Tiffany - uma paixão antiga
- com a artista Gioconda Ferreira. Nesse mesmo ano montou um pequeno
estúdio, onde se dedica concentradamente à exploração das diversas
possibilidades de execução de cortes do vidro.
Em Março de
2004 mostrou pela primeira vez as suas peças, no Quíron, no âmbito
do auto-conhecimento vivencial e psicanalítico relativo à Vénus
- "O Gérmen....da Forma..." e o valor da estética.
Nesse mesmo
mês foi convidada por Vera Faria, organizadora do evento
responsável pela vinda de Neale Donald Walsch a Portugal em Junho
desse ano, a criar uma peça alusiva à trilogia "Conversas
com Deus", denominada SER.
Esta
peça exibe-se no Catálogo deste "site", bem como outras cinco
obras, nomeadamente, GLAMOUR e
os quatro elementos: FOGO, TERRA,
AR e ÁGUA.
Neste momento
desenvolve e explora a criação de estruturas mistas, em que utiliza
o bronze e o mármore como suporte para composições em vitral,
tendo como meta mais próxima a realização de uma exposição em
2006, em que pretende contribuir para que se alarguem os horizontes
de utilização do Vitral Tiffany, para além do convencional.
Manuela Sousa
gosta de dar ênfase aos reflexos dos vidros que utiliza, porque
estes transportam-na para uma dimensão que está para além da matéria,
dando-lhe um enorme prazer levar os outros com ela, nessa viagem...
Maria José Ferreira nasceu em Sintra, em 1951 e viveu em Moçambique, onde foi aluna do pintor António Quadros.
É professora do ensino secundário em Sintra, desde 1974.
Expõe regularmente desde 83, tendo já participado em mais de meia centena de mostras colectivas em Portugal, Bélgica e França. Desde 1985 que expõe individualmente, tendo já realizado vinte mostras em Portugal, duas em França e uma em Moçambique.
Tem executado trabalhos de design gráfico nomeadamente logótipos.
Publicou desenhos (1967/68) e uma banda desenhada (“Sou professor”, 1993), em jornais. Ilustrou vários livros (1987, 1994, 2000, 2002 e 2006). Teve quadros na série “Os jornalistas” da SIC (1998 a 2000). Editou até 2002 três serigrafias e uma colecção de postais.
Está representada em museus e colecções particulares.
Bibliografia:
- «Pintura em Portugal 2001», Universitária Editora;
- Anuários de Arte, 2003 e 2005, de Fernando Infante do Carmo;
-
«Livro de Oiro da Arte Contemporânea em Portugal».
Patrícia
Noronha nasceu em Lisboa, em Setembro de 1965.
É licenciada
em Engenharia Zootécnica pela Universidade de Évora (1991). Tem
um Mestrado em Ciência e Tecnologia de Alimentos pela Universidade
Técnica de Lisboa (1995) e tirou o Doutoramento em Biologia Molecular,
no Instituto de Tecnologia Química e Biológica, pela Universidade
Nova de Lisboa (2002).
Publicou diversos
artigos de investigação científica em revistas da especialidade.
De 2001 a 2005, foi regente de cadeira de Parasitologia da licenciatura
em Ciências Químicas e do Ambiente, no Instituto Piaget.
Em paralelo,
tem realizado uma série de exposições de pintura, colagens e objectos
que derivam de um trabalho realizado na "interface" conceptual
entre a arte e a ciência.
Pedro Afonso nasceu no Porto a 7 de Abril de 1958.
Formação: - Curso de Design de Interiores e Equipamento Geral, no I.A.D.E.
(1975/78)
- Curso
de Desenho na Sociedade Nacional de Belas Artes (1992/94) - Curso
de Desenho por computador, na Flag (1997)
- Curso
de Iniciação à Pintura, na Arte Ilimitada (1997)
- Estudo de Desenho e Pintura, no atelier do pintor Paiva Raposo
(1998/99)
Experiência
Profissional: De 1981 a 1997, exerceu a actividade de designer gráfico,
ilustrador e criativo de publicidade. Iniciou a sua actividade
na Plátano Editora, realizando capas, paginações e ilustrações
para livros infantis, escolares e profissionais. Trabalhou também
em várias agências de publicidade ( Cinevoz, Comunicar, DMB&B
e Neovox ) onde realizou, como criativo, campanhas publicitárias,
logótipos e ilustrações.
A partir de
1998, dedicou-se ao trabalho de Autor de Banda Desenhada, Ilustração
e Pintura. Assim sendo, executou a banda desenhada "Os Cromos"
com publicação semanal no Jornal de Notícias e Record, num total
de 140 pranchas. Criou a banda desenhada "A Padeira de Aljubarrota"
com publicação no Semanário Económico, e edição em livro pela
editora Book Tree (2002). Publicação semanal na revista Doze da
banda desenhada "O Adepto" durante o ano de 2003, e no final do
mesmo ano é editado em livro pela Prime Books.
Tem ilustrado
vários livros infantis e juvenis. É representado pela Image Zoo
(Canadá) como ilustrador, desde 2005.
Paralelamente
à ilustração, tem trabalhado em pintura e desenho desde 1998,
sendo esta a sua primeira exposição individual.
Pedro Manuel
Pacheco Jorge Barreiros, nasceu em Macau em 1943.
Licenciado
pela Faculdade de Medicina de Lisboa, ingressou no quadro de Oficiais
Médicos da Força Aérea Portuguesa em 1968. Foi chefe do Serviço
de Medicina do Hospital da Força Aérea, Director do Hospital da
Força Aérea, Director do Instituto de Saúde da Força Aérea, Director
de Saúde da Força Aérea e Presidente do Conselho Coordenador de
Saúde Militar. É Major General Médico da Força Aérea e tem o grau
de Consultor de Medicina Interna. Foi assistente convidado da
Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa nas
cadeiras de Patologia Médica e Clínica Médica e da Faculdade de
Medicina da Universidade Clássica de Lisboa, na cadeira de Iniciação
à Clínica. Nos anos lectivos de 2004-2005 e 2005-2006, rege a
cadeira de Patologia Geral nos diversos cursos de Saúde da Universidade
Atlântica.
Aprendeu a
pintar em criança com um mestre chinês. Em 1974 fez a primeira
exposição individual, no Porto. Está representado em várias colecções
particulares e oficiais, em Portugal, Macau, S.Tomé e Príncipe,
Cabo Verde, Angola, França, Itália, Vaticano, Brasil e Estados
Unidos da América.
Tocado pela
frase de Leonardo da Vinci "a Pintura é a Poesia que se vê, a
Poesia é a Pintura que se ouve", fez as seguintes exposições individuais:
- A
Clepsydra de Camilo Pessanha - Macau 1990 (Biblioteca do Leal
Senado);
- Dez poemas de Fernando Pessoa - Lisboa 1991 - Macau 1992 (FIL);
- Frases poéticas de Cesário Verde - Lisboa 1996 ( Auto Clube
Médico);
- As Elegias Chinesas, tradução de Camillo Pessanha, oito quadros
a óleo, com edição de um livro publicado pela editorial Gradiva,
na então Missão de Macau, em Lisboa, 1999;
- Federico
Garcia Lorca - interpretação - Lisboa 2002 (Escola Vasco da Gama);
- Durante duas estadias em São Tomé e Príncipe, em 1991 e 1992
fez cerca de 150 aguarelas e desenhos a sépia que expôs
no Centro Cultural Português em São Tomé e na FIL, em Lisboa;
- Em
1998 expôs em Lisboa vinte quadros a óleo numa mostra a que chamou
Substantivos ( Galeria do Auto Clube Médico);
- Em Janeiro de 2003 expôs na Biblioteca da Escola Gaspar Correia,
sob o título "Percurso por diversas técnicas", vinte e um trabalhos
demonstrativos de dez técnicas diferentes de desenho e pintura.
De parceria
com sua mulher, Graça Pacheco Jorge, num projecto iniciado em
1995, fez duas séries de trabalhos de técnica mista ("gouache"
e colagens): Memórias das Calçadas Portuguesas, que expôs em 1997
em P. Delgada (Câmara Municipal), Angra do Heroísmo (Pal. dos
Cap. Generais), Cidade da Praia, Cabo Verde (Centro Cultural Português)
e Sintra (Base Aérea 1- Palácio da Granja do Marquês); Memórias
Antigas de Macau, 2001, Escola Vasco da Gama (Lisboa).
Em 1995 editou
com o Instituto Cultural de Macau, uma revisão do livro de seu
Avô, José Vicente Jorge, "Notas sobre a Arte Chinesa" (1ª. Edição
- Macau 1940) com um capítulo introdutório de sua autoria.
Em 2001 concedeu
uma entrevista biográfica,
de que resultou um documentário de cerca de vinte minutos apresentado
em horário nobre do canal principal da televisão de Tóquio (NHK)
sob o título em inglês "The Weekend of the Shogun".
Em Abril de
2003, participou com o Instituto Camões, o ICEP e a Embaixada
de Portugal no Japão no "stand" de Portugal na Feira do Livro
em Tóquio, com uma pequena apresentação do seu espólio de Wenceslau
de Moraes, que, em cerimónia na residência do Embaixador
de Portugal, no dia 25 de Abril, ofereceu à Sociedade Luso-Nipónica
de Tokushima. Durante
o ano de 2004, foi o comissário das Comemorações do 150º Aniversário
do Nascimento de Wenceslau de Moraes. Nesse âmbito fez várias
conferências e publicou vários artigos no Japão, em Macau e em
várias cidades portuguesas.
Em Novembro
de 2004 fez uma exposição de quadros a óleo na Casa de Macau,
subordinada ao tema "Hai-Kai - Poesia Japonesa".
Em 2 de Novembro
de 2005, expõe 15 quadros inspirados nos poemas de Cesário Verde,
comemorando o 150º Aniversário deste poeta, no Centro de Estudos
Olisiponenses - Palácio Beau Séjour, da Câmara Municipal de Lisboa,
dando o seu apoio a uma equipa da Universidade Aberta na produção
de um video didáctico: Cesário Verde - Poeta .
Nota biográfica: Pedro Miguel Carola Espanhol, nasce a 29 de Outubro de 1980,
em Cascais. Em 1984, foi viver para Borba, onde fez os seus estudos
primários. Iniciou o ensino secundário na Escola Pública Hortência
de Castro, em Vila Viçosa, no curso de Arte e Design. Em 1998,
ingressa na Escola Superior de Tecnologia, Gestão, Arte e Design
(ESTGAD), das Caldas da Rainha, onde obteve o Bacharelato em Pintura.
Em 2004, a Escola Superior de Artes e Design (ESAD), das Caldas
da Rainha, atribui-lhe a Licenciatura em Artes Plásticas. Actualmente,
trabalha em Borba, onde é monitor da "Oficina da Criança", no
âmbito de um programa de estágio profissional.
Exposições
colectivas:
1995
- Junta de freguesia de Matriz, Borba
1996
- Associação Borba Jovem, Borba
1997 - Cine-Teatro Florbela Espanca, Vila Viçosa
1999 - Celeiro da Cultura, Borba
2000 - Câmara Municipal de Borba
2001 - Cine-Teatro Florbela Espanca, Prémio Henrique Pousão, Vila
Viçosa
2002 - Paço dos Duques de Bragança, Guimarães
2004 - Galeria Barata, Lisboa
2004 - Museu do Ciclismo, Caldas da Rainha
2004 - Escola Superior de Artes e Design (antiga ESTGAD), Caldas
da Rainha
Prémios:
2001 - Destaca-se entre os três primeiros classificados do prémio
Henrique Pousão, Vila Viçosa.
Nasceu perto
da Galeria
Matos Ferreira,
mais precisamente no Chiado, a 9 de Outubro de 1964.
É o que se
chama um autodidacta. Expõe desde 1980 com imensa regularidade,
quer em mostras individuais, quer colectivas. Está representado
em inúmeras colecções particulares em Portugal, Espanha, Alemanha,
Bélgica, Inglaterra, Suiça, Itália, Brasil e Ilhas Caimão.
A ele se referiu
a artista plástica Ana Segall: "Rui Brás, o poeta que passeia
entre as palavras, dilui versos pictóricos traduzindo sua imaginação
desenhando…" E acrescentou: "voando nas suas asas coloridas, navegando
em viagens nem por isso esquecidas: o pintor declara a sua alma
entre o pincel e a tela como um poema onde o traço substitui a
palavra".
Rui Brás,
galardoado já no campo literário com inúmeros prémios e menções
honrosas, foi igualmente reconhecido nas áreas do desenho, pintura
e escultura em Jogos Florais do Exército e ainda no meio académico
onde também expôs. Para além do seu livro "O Mar e a Eterna Viagem
das Ondas", ilustrou igualmente "Arte Juvenil", edição de 1981
da Câmara Municipal da Amadora, o Suplemento "Artes & Letras"
do jornal Diário de Lisboa, o "Boletim Municipal da Câmara Municipal
de Odemira", o jornal "Algazur" de Aljezur, a revista "Sentinela"
do B.S.G.E. e, por fim, o jornal "O Diário".
Tomás
Moreno nasceu em Lisboa, em 5 de Março de 1951. Tem uma licenciatura
em Gestão e trabalhou em várias empresas, sobretudo na área do
design de moda. Desde a adolescência que começou a pintar. Em
2001 resolveu trocar definitivamente a vida profissional que tinha
pela pintura, à qual se dedica no presente a tempo inteiro.
Em 2001 já
havia exposto individualmente no Bairro Alto, no Convento dos
Cardaes. No ano seguinte para além da realização de duas amostras
individuais, designadamente no XXIII Congresso Português de Cardiologia,
Marina Hotel, em Vilamoura, e no Hotel da Quinta da Marinha, em
Cascais, Tomás Moreno participou ainda nas seguintes exposições
colectivas: no Convento dos Cardaes, novamente, no Arquivo Distrital
de Leiria, no "Wall Street Institute", em Alverca, nas Galerias
Passe Partout, nos Centros Comerciais Colombo (Lisboa) e de Oeiras,
na Fundição de Oeiras e, ainda no Instituto da Saúde, em Setúbal.
No mês de Julho de 2003, Tomás Moreno volta a expôr individualmente.
Desta vez, na Câmara Municipal de Ponta Delgada, nos Açores.
"Pior que
não ter tempo, pior que ter muitas coisas para fazer, pior que
andar a correr, é ter tempo e nada fazer", diz Tomás Moreno.
Pensamentos
do artista "Sentir que o tempo não passa e que nunca mais é dia. E hoje
acordei, depois de uma longa noite igual a qualquer uma dum sem
abrigo. Descansei pouco e dormi mal. Mas obriguei-me a ver a luz
da manhã e tentar ver claro, mesmo no meio do escuro".
"No meio do
irreal, do poucas vezes real, do poucas vezes credível aparece
ao longe, as vezes, o amarelo, o vermelho ou o transparente. Cores
que valem um segundo ou uma vida".
"Traduções
da vitória, duma derrota e também de um sorriso, duma gargalhada
saboreando um copo de água fresca, partilhado, dividido com alguém
que nos faz correr, mesmo sem poder".
"Quantas vezes
um cego me disse qual a cor do céu? Quantas vezes um paralítico
me ajudou a atravessar a rua? Quantas vezes uma criança me fez
corar porque errei?"
"A vida é
feita de muitas coisas e, a minha pintura de quadrados sem rectas,
intensas que não têm nem tamanho nem cor. São só os sentimentos
que nos acompanham durante o nosso caminho e, nos fazem querer:
pisar como um elefante, gritar como um doido, correr como um condenado,
amar como um adolescente".